Oi galera, tenho demorado muitos de postar nesse blog, parte dessa demora é por conta do tempo, estou muito atarefado ultimamente e outra é por conta da minha crise literária. Não consigo escrever nada que seja realmente interessante, então resolvi escrever sobre um assunto batido, mais não por isso menos complexo, esse assunto sou “eu”. Como eu não tenho sobre o que falar, resolvi dividir com vocês minhas expectativas e alegrias.
Esse semestre tem sido muito corrido, eu que sempre levei a vida “zen” (Segundo meu pai), agora me vejo correndo de um lado pro outro a “cem”, seja estudando, fazendo provas, seminários, bolando eventos pra o D.A ou no projeto de pesquisa. Eu que sempre gostei da vida ociosa, nunca imaginei que essa correria poderia me fazer tão bem.
Vejo grandes possibilidades nessa gestão do diretório acadêmico, graças ao meu bom deus eu e Patrick soubemos escolher a dedo uma chapa que preste, com pessoas que realmente querem alguma coisa, e que assim como nós e veem à faculdade, não como um lugar pra apenas se profissionalizar e no fim do curso ganhar um diploma, acreditam que o verdadeiro papel da faculdade é formar pessoas para a vida, com uma consciência critica e social das coisas que estão ao seu redor.
O projeto de pesquisa “Direito de morar” é outra coisa pela qual eu tenho me interessado muito. A pesquisa de campo é como cachaça (segundo Bete), tomar é uma delicia mais se prepare para a ressaca no outro dia. Apesar de todas as dificuldades e pendengas que nós temos passado indo nas ocupações dos sem-teto, aplicando questionários o dia inteiro embaixo de um sol de rachar, comendo uma marmita que me desculpem a expressão, “não tapa nem o buraco do dente” tem sido uma experiência maravilhosa, a união dos pesquisadores, das professoras, poder ver um lado da vida que não passa nas novelas da Globo e principalmente ver que diferente do que mostram os jornais, existem pessoas de bem, dignas que lutam todos os dias para sobreviver.
A faculdade esta muito boa. Nesse semestre não tenho o que falar de nenhum professor, todos eles são muito bons. É engraçado o que acontece comigo, quanto mais os semestres passam eu amo cada vez mais o Direito, mais na mesma intensidade eu me apaixono cada vez mais pela docência. A idéia de ser professor, trabalhar na sala de aula, fazer de alunos (que vale ressaltar é o bicho mais parecido com gente que existe) em mentes pensantes, é no mínimo excitante.
Por enquanto é só pessoal, pra quem gostou aguardem os novos capítulos da minha vida . . .
Victor Lopo
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